Fórum Dos Leitores

07 Feb 2018 23:46
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is?Wj9E0bh_UGPnhRfv8oejqT1Q5Ad1-mljW4CHNB1rI1A&height=214 Sindicalistas querem parar a nação no próximo dia 5, em protesto contra a necessária reforma previdenciária. Os principais líderes sindicais, Paulinho da Potência, Juruna, Vagner Freitas, têm plena consciência de que é inadmissível um trabalhador continuar a se aposentar com cinquenta ou 55 anos de idade. Mas o legítimo fundamento da pretensa greve é outro: a perda da mamata do imposto sindical, a referência da interessante existência pros tais líderes sindicais.Essa greve é só uma vendeta. A rigor, a reforma da Previdência não é uma charada de governo e de não governo. É uma charada de Brasil, de justiça e do futuro da Nação. Não fornece pra ser contra e, no caso dos parlamentares, simplesmente votar contra. É legítimo não aceitar com a proposta apresentada pelo governo, entretanto não se pode parar aí.Abr.2013 - Shakira mostra foto do filho no colo de Piqué Reprodução/Instagram MaisPara que sua loja existe se não é para ser a melhor loja do universo8- SABER FAZER VENDAS ATRAVÉS DO MERCADO LIVRE1 Funcionários de multinacional são demitidos após comemoração de encerramento de anoCapital de giroÉ preciso exibir escolhas que visem a resolver os problemas diante dos quais a Previdência e o país se localizam. Mais patriótico do que fazer greve contra a proposta do governo, como querem Força Sindical e CUT, é mostrar propostas reais de reforma. Foi uma guerra insana a aprovação da minirreforma trabalhista, pra amenizar a longeva distorção que engessava a iniciativa empresarial e desenvolver condições favoráveis à empregabilidade. É um passo à frente. Os sindicatos estão revoltados com a perda de bilhões de reais e a mídia relata que são centenas as propostas do Legislativo federal descaracterizando a nova lei, com o propósito de voltar à circunstância anterior. Se desta forma for, serão 2 passos pra trás!Porém os culpados somos nós, que elegemos políticos que não vestem a camisa do Brasil. Pau que nasce torto morre torto. Se a nova lei trabalhista puser encerramento à indústria da balela contra os empregadores, já terá valido muito a pena. Empregados alegavam todo tipo de falsidade sem sofrer decorrências, mesmo se possivelmente derrotados; porém neste momento, perdendo, vão ter de arcar com as custas processuais. Outra novidade é a circunstância de solucionar conflitos por arbitragem, desafogando os Fóruns Trabalhistas. Fator interessante da nova lei é, assim como, o término da necessidade de homologação das demissões pelos sindicatos, dando sentido grande à livre negociação, que poderá permitir a volta das contratações. E coroando tudo isto, temos o término do imposto sindical obrigatório, que era um ônus sem nenhum retorno pros trabalhadores.Foram treze anos de azar para a indústria brasileira desde que Luiz Inácio da Silva reconheceu a China como "economia de mercado", sem levar em conta que o Brasil ainda tinha leis trabalhistas de país fechado. Na época, no momento em que o Sindicato dos Metalúrgicos vinha semear descontentamento na minha pequena indústria, eu ponderava de que quem sabe o oponente não fosse o patrão, e sim a concorrência asiática.E que o sindicato poderia tomar a frente com reformas para podermos concorrer em termos de igualdade. Enfim, após dezessete anos de guerra ingrata joguei a toalha e fechei as portas da minha firma. Por isso, imaginem a ironia ao ler no Estadão de sábado que, com a aprovação da agora atrasada reforma trabalhista, os próprios sindicatos necessitam demitir por volta de cem 1000 funcionários!E me pergunto: depois de terem ajudado a desmantelar a indústria nacional, quem vai conceder emprego a camaradas com um currículo desses? Do jeito que está indo, não se fará nenhuma reforma na Previdência, continuando as disparidades dos gastos e mantendo-se os proveitos de alguns até o encerramento dos tempos, quer dizer, até a quebradeira total do Brasil. Reforma com uma, duas ou três alterações não é reforma.Se o Presidente Michel Temer quiser ser lembrado como um dos salvadores do País, deverá bancar ampla reforma. Quanto à maioria dos parlamentares que nada querem, ou estão de má-fé ou desinformados e, deste modo, não merecem o cargo. Se tivessem os dados corretas, saberiam que nenhum voto ganharão por serem contra a reforma. Mais fácil será terem qualquer voto se forem a favor.Isso se não prosseguir a falhar a memória dos eleitores até a próxima eleição. É preferível alguma decisão sobre a reforma da Previdência do que nenhuma. As poucas modificações a muito custo aprovadas pelo governo surtiram efeito afirmativo e melhoraram a possibilidade de equilíbrio nas contas públicas. Amostra clara de que no campo da economia o governo está no caminho certo.

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